Pressuposto: Analise da Economia Neoschumpeteriana.
Tese Central: Aplicação das idéias centrais da teoria neoschumpeteriana em uma análise crítica da economia brasileira.
1.Agentes econômicos 2.Economia Brasileira 3.Estado brasileiro
Os economistas neoschumpeterianos foram muito importantes na construção da teoria econômica de crescimento, eles implementaram a questão tecnológica no processo de desenvolvimento econômico.
No Brasil, uma das principais questões na reestruturação da economia é a industrial. Nesse caso, os agentes econômicos (empresas, estado, etc) têm um papel fundamental de desenvolver ambientes propícios para inovação. Também se destaca a importância de se investir nos setores de impacto positivo na economia para promoção de competitividade e internacionalização econômica. Existem vários programas que incentivam uma dinâmica desejada da economia, porém não tem um funcionamento eficaz devido a questões institucionais, financeiras, infra-estruturares e falta de iniciativa e visão a longo prazo de empresários.
Em relação às empresas brasileiras pode-se argumentar a passividade em termos de estratégias em longo prazo e também a falta de colaboração na implementação de políticas de base para todos os agentes econômicos. É importante ressaltar que os empresários devem depositar mais confiança na economia nacional, e por outro lado, terem mais cuidados com crises em alguns setores da economia, pois elas podem afetar negativamente em suas áreas de trabalhos também. No caso do estado brasileiro, é necessário implementar políticas efetivas que tornem viável uma formação de uma cultura de inovação e empreendedorismo.
Essa compreensão sobre o Estado Brasileiro e sua economia, não seria possível sem a expressiva e resoluta explicação da questão proposta pela teoria econômica neoschumpeteriana, com essa compreensão pode-se trabalhar em cima de políticas colaboradoras da economia brasileira.
Tese Central: Aplicação das idéias centrais da teoria neoschumpeteriana em uma análise crítica da economia brasileira.
1.Agentes econômicos 2.Economia Brasileira 3.Estado brasileiro
Os economistas neoschumpeterianos foram muito importantes na construção da teoria econômica de crescimento, eles implementaram a questão tecnológica no processo de desenvolvimento econômico.
No Brasil, uma das principais questões na reestruturação da economia é a industrial. Nesse caso, os agentes econômicos (empresas, estado, etc) têm um papel fundamental de desenvolver ambientes propícios para inovação. Também se destaca a importância de se investir nos setores de impacto positivo na economia para promoção de competitividade e internacionalização econômica. Existem vários programas que incentivam uma dinâmica desejada da economia, porém não tem um funcionamento eficaz devido a questões institucionais, financeiras, infra-estruturares e falta de iniciativa e visão a longo prazo de empresários.
Em relação às empresas brasileiras pode-se argumentar a passividade em termos de estratégias em longo prazo e também a falta de colaboração na implementação de políticas de base para todos os agentes econômicos. É importante ressaltar que os empresários devem depositar mais confiança na economia nacional, e por outro lado, terem mais cuidados com crises em alguns setores da economia, pois elas podem afetar negativamente em suas áreas de trabalhos também. No caso do estado brasileiro, é necessário implementar políticas efetivas que tornem viável uma formação de uma cultura de inovação e empreendedorismo.
Essa compreensão sobre o Estado Brasileiro e sua economia, não seria possível sem a expressiva e resoluta explicação da questão proposta pela teoria econômica neoschumpeteriana, com essa compreensão pode-se trabalhar em cima de políticas colaboradoras da economia brasileira.
Referências:
TIGRE, P. B. Paradigmas Tecnológicos. Estudos em Comércio Exterior. Vol. I nº 2 – jan/jun/1997.
Paula, João Antonio de. Ciência e tecnologia na dinâmica capitalista : a elaboração neoschumpeteriana e a teoria do capital. Belo Horizonte: UFMG/Cedeplar, 2001. 24 p. (Texto para discussão ; 152) (12 páginas)
TAVARES, P. V.; KRETZER, J.; MEDEIROS, N. Economia Neoschumpeteriana: expoentes evolucionários e desafios endógenos da indústria Brasileira. Economia Ensaios, v.19, n.3, dez. 2005. (10 páginas)
SHIKIDA, P. F. A.; LOPEZ, A. A. O. A questão da mudança tecnológica e o enfoque neoclássico. Teoria e Evidência Econômica, v.5, n.9, p. 79-90, maio 1997. (10 páginas)
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