segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Desenvolvimento Econômico Brasileiro

 1. Desenvolvimento Econômico
2. O Brasil
3. Celso Furtado
    No Brasil entre as décadas de 40 e 80 o modelo de substituição de importações era predominante. Levam-se em consideração as contribuições de Celso furtado em relação ao papel do mercado interno e a questão da desigualdade regional para a superação do subdesenvolvimento nacional.
    Alguns exemplos da questão teórica e pratica de Furtado, referente ao mercado interno e a questão regional no período 1946-1963 são: O Plano de Metas, os Planos de Desenvolvimento do Nordeste, a SUDENE do governo JK e o Plano Trienal do governo JG.
     A modernização do subdesenvolvimento que é deixada como herança do período militar,se aprofunda nas contradições de um modelo de desenvolvimento concentrador, capaz de absolver avanços tecnológicos e novos padrões de consumo em momento igual  à redução de absorção de trabalho e as disparidades regionais sócio-econômicas.
    No governo Sarney se concentra a questão cultural e sua influencia no subdesenvolvimento do Brasil. Nesse período a resolução de problemas do subdesenvolvimento é suprida por debates sobre problemas de curto prazo.
    No governo atual, que defende o papel ativo do Estado na economia, recupera questões relevantes que são associadas ao mercado interno e a questão regional, como uma atualização das idéias iniciais de Furtado no Ambiente Atual de uma nova etapa de crescimento e desenvolvimento do país.
    Ao que se pode notar, apesar de as idéias originais de Celso Furtado até hoje não serem totalmente aplicadas, elas são de fundamental importância na resolução de problemas essenciais de superação do estagio de subdesenvolvimento do Brasil.
 
 
Referências:

HORTA, GUILHERME TINOCO. “ Ciência, Tecnologia e Subdesenvolvimento: As visões de Schumpeter, Furtado e os Sistemas Nacionais de Inovação. Revista Multiface, vol. 1, nº 2, págs. 40-45, 2007.

MENDES, C.C.A.; TEIXEIRA, J. R. Desenvolvimento econômico brasileiro: uma releitura das contribuições de Celso Furtado. Brasília: IPEA, 2004. (Texto para Discussão n. 1051)

KUPFER, D. & HASENCLEVER, L. (org.). Economia Industrial. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 680p.    (Capítulo 18 – Estratégias de Inovação)  (15 páginas)

LASTRES, H. M. M., ALBAGLI, S. (Org.). Informação e globalização na era do conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 318p.    (Capítulo 2 – Novos Modelos de Gestão e as Informações)  ( 25 Páginas)

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