1. Teoria institucionalista - schumpeteriana
2. Estratégias de inovação
3. Estruturas organizacionais e institucionalistas
A partir da introdução de inovações tecnológicas no mercado, a empresa é capaz de transformá-lo ou criar novos mercados ou indústrias. Isso é uma das principais abordagens da corrente teórica institucionalista - schumpeteriana que realiza estudos sobre estratégias de inovação na Economia Industrial.
Na teoria institucionalista - schumpeteriana um exemplo de inovação radical que por si é acompanhada de inovações organizacionais e institucionalistas é a difusão da energia elétrica no século XIX que exigiu a montagem de redes de distribuição, novas formas de compra e venda e uma institucionalidade distinta, no momento em que as principais fontes energéticas eram o carvão mineral e o querosene. As empresas organismos utilizavam esse tipo de inovação para introduzir variedade na estrutura industrial, criando também novas estruturas.
O comportamento de uma empresa é resultante de fatores externos como o grau de concentração do mercado e as barreiras estruturais à entrada. Nessas situações as empresas acabam sendo incapazes de influenciar a concorrência em seu favor, tendo também pouca chance de competitividade com as empresas já estabelecidas. Automaticamente a eficiência e o desempenho de uma indústria estão referidos ao padrão de concorrência existente no mercado.
Empresas organizacionais ao escolherem suas estratégias tecnológicas terão que introduzir estruturas organizacionais compatíveis para suportá-las. Os autores schumpeterianos - institucionalistas se opõem ao tradicional modelo linear e sequencial da inovação, em contrapartida à maioria de analises neoclássicas sobre a organização das atividades de P e D no interior das empresas.
As formas de organização externa adotadas pelas empresas para acessar e difundir as inovações surgidas no ambiente tecnológico são simplificadas pela coordenação vertical das atividades e a padronização das atividades industriais. Essas são estratégias que favorecem a eficácia produtiva, alem de permitir avanços mais rápidos na criação tecnológica.
A empresa e sua estrutura industrial estão em permanente troca. Estratégias de inovação implicam em mudanças nas estruturas tecno-economicas existentes e nas estruturas organizacionais e institucionais, criando e ao mesmo tempo destruindo mercados. Essas são implicações dinâmicas que a visão estratégica da inovação pode representar para a transformação das estruturas industriais.
2. Estratégias de inovação
3. Estruturas organizacionais e institucionalistas
A partir da introdução de inovações tecnológicas no mercado, a empresa é capaz de transformá-lo ou criar novos mercados ou indústrias. Isso é uma das principais abordagens da corrente teórica institucionalista - schumpeteriana que realiza estudos sobre estratégias de inovação na Economia Industrial.
Na teoria institucionalista - schumpeteriana um exemplo de inovação radical que por si é acompanhada de inovações organizacionais e institucionalistas é a difusão da energia elétrica no século XIX que exigiu a montagem de redes de distribuição, novas formas de compra e venda e uma institucionalidade distinta, no momento em que as principais fontes energéticas eram o carvão mineral e o querosene. As empresas organismos utilizavam esse tipo de inovação para introduzir variedade na estrutura industrial, criando também novas estruturas.
O comportamento de uma empresa é resultante de fatores externos como o grau de concentração do mercado e as barreiras estruturais à entrada. Nessas situações as empresas acabam sendo incapazes de influenciar a concorrência em seu favor, tendo também pouca chance de competitividade com as empresas já estabelecidas. Automaticamente a eficiência e o desempenho de uma indústria estão referidos ao padrão de concorrência existente no mercado.
Empresas organizacionais ao escolherem suas estratégias tecnológicas terão que introduzir estruturas organizacionais compatíveis para suportá-las. Os autores schumpeterianos - institucionalistas se opõem ao tradicional modelo linear e sequencial da inovação, em contrapartida à maioria de analises neoclássicas sobre a organização das atividades de P e D no interior das empresas.
As formas de organização externa adotadas pelas empresas para acessar e difundir as inovações surgidas no ambiente tecnológico são simplificadas pela coordenação vertical das atividades e a padronização das atividades industriais. Essas são estratégias que favorecem a eficácia produtiva, alem de permitir avanços mais rápidos na criação tecnológica.
A empresa e sua estrutura industrial estão em permanente troca. Estratégias de inovação implicam em mudanças nas estruturas tecno-economicas existentes e nas estruturas organizacionais e institucionais, criando e ao mesmo tempo destruindo mercados. Essas são implicações dinâmicas que a visão estratégica da inovação pode representar para a transformação das estruturas industriais.
Referências
KUPFER, D. & HASENCLEVER, L. (org.). Economia Industrial. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 680p. (Capítulo 18 – Estratégias de Inovação) (15 páginas)
LASTRES, H. M. M., ALBAGLI, S. (Org.). Informação e globalização na era do conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 318p. (Capítulo 2 – Novos Modelos de Gestão e as Informações) ( 25 Páginas)
HORTA, GUILHERME TINOCO. “ Ciência, Tecnologia e Subdesenvolvimento: As visões de Schumpeter, Furtado e os Sistemas Nacionais de Inovação. Revista Multiface, vol. 1, nº 2, págs. 40-45, 2007.
MENDES, C.C.A.; TEIXEIRA, J. R. Desenvolvimento econômico brasileiro: uma releitura das contribuições de Celso Furtado. Brasília: IPEA, 2004. (Texto para Discussão n. 1051)
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